\n'; document.write(barra); } } changePage();

|
BRASÍLIA ANO 41 Minha homenagem a BRASÍLIA Brasília comemora, no dia 21 de abril, 41 anos. Sua
fundação por JK, o maior estadista do Brasil, ocorreu exatamente no
dia em que Tiradentes fora imolado pelo único crime que cometera: amar
o Brasil, mais que sua própria vida. A Inconfidência Mineira já
pregava a transferência da Capital para o centro do País. Desde a
primeira Constituição Republicana, os constituintes tiveram a consciência
de inserir nas Leis Magnas o comando para tornar o Brasil, de fato, uma
pátria continental, prosseguindo a gloriosa e histórica interiorização
dos bandeirantes e das bandeiras, que da São Paulo da garoa, a velha
Terra de Píratininga, partiam para o imponderável e cortavam as terras
inóspitas e as selvas bravias, criando aqui e acolá focos de civilização
e transformando o Brasil de então no que hoje chamamos de grande pátria
dos brasileiros. Hipólito José da Costa proclamou, no primeiro jornal
brasileiro, editado, em Londres, que a capital não mais poderia
localizar-se no litoral, mas sim no Planalto Central, escrevendo, com
tintas fortes, em março de 1813 a necessidade e a conveniência de sua
mudança. José Bonifácio de Andrade e Silva, o patriarca da Independência,
já em 1821, apontara a necessidade de o interior do País sediar a
Capital, com o nome de Petrópole ou Brasília e, em 1839, o Visconde de
Porto Seguro defende valentemente a idéia de levar a Capital para o
Planalto Central. No Parlamento do Império, esse ideário também
encontrou eco e frutificou, não morrendo jamais. A visão de Dom Bosco,
segundo os historiadores, revelava, em 1883, que a terra do leite e do
mel não seria outra senão o cerrado, onde hoje se ergue a imponente e
doce Brasília. Coube a JK, o iluminado e predestinado médico de
Diamantina, das Minas Gerais, fincar neste chão abençoado a cidade que
Iara Kern descreveu como o Egito aqui implantado. Esta talentosa
escritora não poupa esforços em demonstrar que Brasília está traçada
dentro da numerologia do Tarot Egípcio e da Cabala Hebraica, porque
encarna as características das cidades egípcias. Foi Akhenaton ( 1375
- 1358 AC ), o Faraó do Deus único - Aton, que também transplantou a
capital do Egito para Akhenaton - a Cidade do Horizonte do Aton. Brasília,
jovenzinha e esbelta, a namoradinha do Planalto, encanta a quem aqui
aporta. Tem a magia de conquistar para sempre seus amores. Marcar com
sua varinha mágica seus habitantes, antes rotativos, já agora
definitivamente enraizados nesta terra de flores, jardins e do cerrado
quente, do céu azul, do mágico lago engendrado por seu fundador. ...................................................................... 15/4/2001 Brasília comemora, no dia 21 de abril, 41 anos. Sua
fundação por JK, o maior estadista do Brasil, ocorreu exatamente no
dia em que Tiradentes fora imolado pelo único crime que cometera: amar
o Brasil, mais que sua própria vida. A Inconfidência Mineira já
pregava a transferência da Capital para o centro do País. Desde a
primeira Constituição Republicana, os constituintes tiveram a consciência
de inserir nas Leis Magnas o comando para tornar o Brasil, de fato, uma
pátria continental, prosseguindo a gloriosa e histórica interiorização
dos bandeirantes e das bandeiras, que da São Paulo da garoa, a velha
Terra de Píratininga, partiam para o imponderável e cortavam as terras
inóspitas e as selvas bravias, criando aqui e acolá focos de civilização
e transformando o Brasil de então no que hoje chamamos de grande pátria
dos brasileiros. Hipólito José da Costa proclamou, no primeiro jornal
brasileiro, editado, em Londres, que a capital não mais poderia
localizar-se no litoral, mas sim no Planalto Central, escrevendo, com
tintas fortes, em março de 1813 a necessidade e a conveniência de sua
mudança. José Bonifácio de Andrade e Silva, o patriarca da Independência,
já em 1821, apontara a necessidade de o interior do País sediar a
Capital, com o nome de Petrópole ou Brasília e, em 1839, o Visconde de
Porto Seguro defende valentemente a idéia de levar a Capital para o
Planalto Central. No Parlamento do Império, esse ideário também
encontrou eco e frutificou, não morrendo jamais. A visão de Dom Bosco,
segundo os historiadores, revelava, em 1883, que a terra do leite e do
mel não seria outra senão o cerrado, onde hoje se ergue a imponente e
doce Brasília. Coube a JK, o iluminado e predestinado médico de
Diamantina, das Minas Gerais, fincar neste chão abençoado a cidade que
Iara Kern descreveu como o Egito aqui implantado. Esta talentosa
escritora não poupa esforços em demonstrar que Brasília está traçada
dentro da numerologia do Tarot Egípcio e da Cabala Hebraica, porque
encarna as características das cidades egípcias. Foi Akhenaton ( 1375
- 1358 AC ), o Faraó do Deus único - Aton, que também transplantou a
capital do Egito para Akhenaton - a Cidade do Horizonte do Aton. Brasília,
jovenzinha e esbelta, a namoradinha do Planalto, encanta a quem aqui
aporta. Tem a magia de conquistar para sempre seus amores. Marcar com
sua varinha mágica seus habitantes, antes rotativos, já agora
definitivamente enraizados nesta terra de flores, jardins e do cerrado
quente, do céu azul, do mágico lago engendrado por seu fundador. 15/4/2001 |
Respeite o direito autoral. Não faço uso de plágio.
Copyright © 2001- Todos os direitos reservados ao SEDF Sindicato dos Escritores do Distrito Federal - Sindescritores.